Golpe do whtsapp da prefeitura de Camocim foi sepultado! Alô Ministério Público!

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A tragédia administrativa que ficou conhecida em Camocim como ” o golpe do Whatsapp”, que ganhou repercussão em todo o Estado, sendo capa de jornais de grande circulação, como O POVO, além de blogues e incontáveis noticiários de rádio, parece que não passou disso, “morreu!,” como dizem os comentaristas e a população que sofreu indignada com o roubo do erário público.

 

Ocorre que, mesmo apesar de toda repercussão, até o presente momento, nada, absolutamente nada de tão significativo foi feito para esclarecer  esse desvio criminoso dos cofres públicos e muito menos para punir quem o fez.

 

O Ministério Publico Estadual, na pessoa do promotor Evânio Perreira, sequer ainda ouviu a prefeita Monica  e o seu programador financeiro – aliás, são dois programadores e nenhum ainda prestou esclarecimentos.  O caso foi, aparentemente, sepultado,! o que é uma vergonha clássica!, mais uma para engrossar o rol da impunidade e alimentar a sensação de que a prefeita de Camocim está acima da lei ou é a própria Justiça.

 

Relembre

 

No final do novembro do ano passado o Tesoureiro da Prefeitura de Camocim, Felipe Veras, irmão do presidente da Câmara, César Veras, realizou transferência absurda de dinheiro público para contas bancarias de supostos fraudadores mediante uma simples mensagem de Whatsapp da prefeita Monica Aguiar, que alega ter tido seu aparelho telefônico clonado

 

Segundo a Lei 8.429/1992, conhecida como Lei de Improbidade Administrativa, apesar do programador financeiro ter feito o BO, tal fato consta como improbidade administrativa, pois todo repasse dos cofres da prefeitura precisa ter comprovação do serviço para efetuar o pagamento, como licitação, emissão de nota fiscal, relatório, mesmo que o próprio gestor do município peça para fazer o repasse.

 

E agora?, como sempre, é esperar pela boa vontade do Ministério Público, mas já ficar na espera de outro golpe sem desfecho, sem justiça e sem nada, somente com a lesão, mais uma,  no povo camocinense.

 

Carlos Jardel

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